O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra iniciou uma campanha para ajudar na reconstrução do Quilombo Campo Grande, brutalmente atacado pela Polícia Militar do governo Zema, no dia 14 de agosto. Casas de famílias acampadas e uma escola foram demolidas, justificadas por uma ordem de despejo ilegal.

Para o MST, a data ficará marcada como um dia triste pela atitude de um governo que coloca a vida de famílias inteiras em risco ao cometer uma ação de despejo em plena pandemia.

O Acampamento Quilombo Campo Grande existe há 22 anos e 450 famílias acampadas resistem e produzem alimentos saudáveis na área onde funcionava uma antiga usina falida.

Desfecho

Após 56 horas de resistência, a truculência promovida pelo governador Romeu Zema, no Acampamento Quilombo Campo Grande teve um desfecho. Conforme informa o site do Movimento, a Escola Popular Eduardo Galeano foi demolida e tomaram o barracão onde atividades da produção eram realizadas. Quatorze famílias foram despejadas. Duas famílias estão no abrigo da prefeitura. As demais foram acolhidas pelo MST, no restante do Acampamento.O MST denuncia que a área de 26 hectares do processo judicial nº 6105218 78.2015.8.13.0024, que já estavam desocupados, foi ampliada para 52 ha no último despacho da Vara Agrária e a operação policial foi além da determinada pela liminar, destruindo casas e lavouras de sete famílias.

Por isso, o MST precisa de toda a solidariedade para reconstruir a Escola Galeano e as casas demolidas.
Contribua com qualquer valor e ajude às famílias de trabalhadores a reescrever essa história!

Dados da associação local:
ASFAPSUL
CNPJ: 02.046.165/0001-20
BANCO DO BRASIL
AGENCIA 1721-3
CONTA 26500-4

Também é possível contribuir pelo site da campanha: 

https://www.catarse.me/salveoquilombocampograndeagosto

E-mail: [email protected]

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