Preparada na Ocupação 9 de Julho do MSTC, cada quentinha custa R$ 10. Se a participação for grande, projeto poderá ser ampliado, atendendo mais pessoas

Em tempos de pandemia, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de São Paulo e o Movimento Sem Teto do Centro (MSTC) se uniram para preparar refeições saudáveis e saborosas para a população em situação de rua e de vulnerabilidade. Nessa parceria, alimentos frescos, produzidos sem uso de agrotóxicos em assentamentos do MST, são levados para a cozinha da Ocupação 9 de Julho, do MTST, na capital, onde são preparados e distribuídos.

Nessa ação participam chefs, que orientam os cardápios. E moradores de baixa renda das Ocupações do MSTC trabalham como cozinheiros, recebendo ajuda de custo para auxiliar a enfrentar esse período de crise.

Cada quentinha tem custo de R$ 10. A meta é arrecadar R$ 75 mil para essa fase – e R$ 20.624,00 já foram arrecadados. Dependendo da arrecadação, o projeto poderá ser ampliado.

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De acordo com os organizadores, o conceito geral do projeto sustenta-se a partir do gesto de cuidar do outro. Este cuidado, por sua vez, se dá, na prática, por meio de alimentar o outro. Nessa perspectiva, as cozinhas dos movimentos não podem estar indiferentes àquelas pessoas que, em situação de rua, passam fome durante a pandemia causada pela covid-19.

Lembranças

É possível contribuir doando uma quentinha ou quantas forem possível. Quem puder doar mais, em valores entre R$ 70 e R$ 200, terá sua generosidade recompensada com uma lembrança da Cozinha da Ocupação 9 de Julho do MSTC ou do Armazém do Campo, do MST. São panos de prato, copos, bonés, camisetas e aventais.

RBA