As ações, que fazem parte do Periferia Viva, destinaram alimentos a instituições, a indígenas e quilombolas

Após quase três meses de quarentena de combate à covid-19, assentados do Rio Grande do Sul seguem doando alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade, sempre tomando os cuidados recomendados pelo Ministério da Saúde.

Em Passo Fundo, na região Norte do estado gaúcho, na última quinta-feira (28), cerca de 2,3 toneladas de alimentos da reforma agrária foram entregues pelos sem-terra da Antiga Fazenda Annoni e Novo Gramado, juntamente com a Cooperativa Agropecuária e Laticínios Pontão (Cooperlat), Cooperativa de Produção Agropecuária Cascata (Cooptar) e Instituto Educar.

Entre os produtos estavam a moranga, abóbora, mandioca, laranja, bergamota, couve folha, alface, rúcula, salsa e cebolinha. Segundo Marlon Fragas, dirigente estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Rio Grande do Sul (MST-RS), os alimentos foram destinados a algumas instituições na cidade de Passo Fundo, a exemplo da ONG Amor, Socrebe – Passo Fundo, Lar do Idoso São Vicente e Centro Juvenil Mericiano. Além desses locais, também foram contemplados a comunidade Indígena Kaingang  e o Programa Periferia Viva.

Já  na região Metropolitana de Porto Alegre, o Grupo Gestor das Hortas de Viamão doou, na última sexta-feira (29), meia tonelada de alimentos a famílias do Quilombo Cantão das Lombas. Os assentados do MST distribuíram em cinco cestas produtos como alface, couve, bergamota, chuchu, mamão, vagem, espinafre, aipim e batata doce.


Meia tonelada de alimentos a famílias do Quilombo Cantão das Lombas, entre eles couve, bergamota, chuchu, mamão, vagem / Divulgação/MST

*Da Página do MST

Fonte: BdF Rio Grande do Sul